May  27th.  2012
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Minha família e eu tivemos a oportunidade de viver 6 maravilhosos anos na Bolívia. Em janeiro revisitamos o país que tanto amamos.

Filmado no iPhone 4S (Lente Fisheye p/ iPhone)
Colorizado no Magic Bullet Looks
Editado no Final Cut Pro 7

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My family and I had the opportunity to live six wonderful years in Bolivia. In January we revisited the country we love “to the bones”.

Filmed on iPhone 4S (Fisheye Lens for iPhone)
Edited on Final Cut Pro 7
Graded on Magic Bullet Looks

February  8th.  2012
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Watch in HD!

My cousin Nelson visited me in Thailand. We had a cool time in Koh Phangan and Koh Phi Phi islands.

Shot on NEX-VG10
Edited on Final Cut Pro
Graded on Magic Bullet Looks

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Assista em HD!!

Meu primo Nelson me fez uma visita na Tailândia. Eu o levei às ilhas de Koh Phangan e Koh Phi Phi.

Filmado na NEX-VG10
Editado no Final Cut Pro
Colorizado no Magic Bullet Looks

November  23rd.  2011
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Coisas que levei 100.000 quilômetros pra aprender

posted 1 year ago

Neste semestre, meu professor de Jornalismo Opinativo pediu que escrevêssemos uma crônica de tema livre. Aprendemos que a crônica pode ter qualquer tamanho e a opinião expressa nela pode ser muito pessoal. Isso foi o que escrevi:

Coisas que levei 100.000 quilômetros pra aprender

- A beleza das coisas dependem do seu estado de espírito.

- 99,9% de todas as pessoas no mundo são pessoas bondosas, pacíficas e confiáveis.

- Não preciso de muito para sobreviver.  Uma mochila com algumas roupas, um par de tênis, um kit de primeiros socorros e um livro podem me levar por um longo caminho.

- O mundo não estaria do jeito que está se tentássemos ajudar pessoas desconhecidas mais freqüentemente.

- Estranhos podem se tornar amigos para a vida toda.

- As pessoas adoram quando dizemos “obrigado” na sua língua nativa.

- Jamais, sob hipótese alguma, coma carne de cachorro.

- Sempre tenha papel higiênico.

- Não tenha medo em falar com as pessoas. Sempre há alguém disposto a ajudar.

- Você pode se sentir sozinho, mas nunca está.

- Se fosse preciso identificar uma palavra a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria “egoísmo”.

October  6th.  2011
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Ásia em Números

posted 1 year ago

Decidi não deixar o blog as traças. Resolvi pegar meu diário de viagens da Ásia e apurar algumas informações interessantes.

 

Nº de dias na Ásia: 152

Nº de países visitados: 3

Nº de cidades visitadas: 13

Nº de voos tomados: 9

Nº de Km percorridos: 44.500

Peso nas costas durante toda a viagem: 23 Quilos

Vezes em que saí sozinho: 61

Vezes em que saí acompanhado: 25

Nº de pratos desconhecidos ingeridos: 33

Vezes que meu estômago quis sair pela minha boca: 3

Vezes em que fiquei doente: 2

Vezes em que fiquei sem dinheiro: 2

Vezes em que fui a uma casa de massagens: 1

Nº de brasileiros conhecidos: 13

Novos Amigos com ‘a’ maiúsculo: 8

Mulheres que eu considerei uma relação séria: 2

Vezes em que viajei até a praia: 4

Vezes eu cozinhei meu próprio almoço: 1

Nº de noites que dormi antes das 22 horas: 15

June  25th.  2011
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Eu poderia ter incluído outras coisas. Este é apenas um vídeo com imagens  aleatórias de Hong Kong e Chengdu, China. Estive lá em Maio/Junho de 2011.

Filmado na NEX-VG10 (Lente 18-200)

Editado no Final Cut Pro

Colorizado no Magic Bullet Looks

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I could include a lot more. This is just a clip with some shots from Hong Kong and Chengdu, China.

I’ve been there in May/June 2011.

Shot with NEX-VG10 (Stock Lens 18-200)

Edited in Final Cut Pro

Graded on Magic Bullet Looks

June  2nd.  2011
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A ausência só mata o amor quando ele já está doente na data da partida.
1:20  am
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1:17  am
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Algumas fotos da China

A few China pictures

April  27th.  2011
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3 Weeks in 3 minutes; a short clip of the places I have visited in Vietnam in April 2011.

Shot on NEX-VG10 Stock Lens 18-200mm
Edited on FCP
Graded on Magic Bullet Looks

Music > Wiz Khalifa - The Thrill

3 Semanas em 3 minutos; um video curto dos lugares que visitei no Vietnã em Abril de 2011.

Filmado na NEX-VG10 Lente 18-200mm
Editado no FCP
Colorizado no Magic Bullet Looks

Trilha > Wiz Khalifa - The Thrill

9:58  am
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Minha experiência no Vietnã

posted 2 years ago

Eu queria ter postado sobre o Vietnã faz tempo, mas o trabalho me manteve muito ocupado. E esse é um daqueles lugares que dá vontade de contar e mostrar, mas só agora vou conseguir. Até dois meses atrás eu jamais teria imaginado estar no Vietnã. Aliás, eu jamais teria imaginado um Vietnã tão diferente de como pensei que fosse. Temos aquela imagem de uma Ásia uniforme, que não importa qual país se visite, sempre será parecido com o país vizinho de alguma forma. Mas na verdade existem muitas coisas diferentes além dos olhos puxados.

Primeiros dias em Hanoi

Geralmente eu estudo um pouco sobre o país que vou visitar antes de chegar lá, mas dessa vez não o fiz, e talvez por isso me surpreendi com o lugar em que acabei caindo. Antes de mais nada, o Vietnã é uma mistura de coisas boas e ruins. Tudo ao extremo. A primeira impressão foi muito boa, afinal não dava pra sentir aquele calor de 35ºC da Tailândia. O clima era agradável mas, com certeza, a intensidade do calor de Bangkok equivalia-se a quantidade de poeira em Hanoi. Me deparei com uma vista marrom e pouco colorada a princípio.

Andar em Hanoi é como jogar um videogame de console no qual é preciso passar por inúmeros obstáculos pra se chegar ao objetivo. Acho que encarando isso como um jogo é a única forma de não se irritar. A situação é caótica nas ruas, movimento constante o tempo todo. Motos no Vietnã é como havaianas no Brasil, todos tem. Dependendo da hora nem na calçada dá pra andar, pois zilhões de motos andam nelas porque não há mais espaço na rua. Como formigas em um formigueiro, só que com motos. Dizem que pra se atravessar uma rua em Hanoi só fechando os olhos, rezando pra Buda e se enfiando. Mesmo que não hajam motos andando nas calçadas, elas também podem servir de estacionamento ou pequenos restaurantes de rua. Ainda assim, andar em Hanoi pode ser muito divertido. E só pegar uma moto e se juntar a muvuca.

Moto é o que mais tem em Hanoi

Minha primeira oportunidade de sair da cidade ao interior foi pra Cao Bang, a mais pobre e desabitada província do país, quase na fronteira com a China. Pouco movimento e pouca gente mas muita montanha e muita beleza.

Rally pra chegar em Cao Bang, o pneu não aguentou


Região montanhosa de Cao Bang

Oásis no meio do nada


O contato com o povo local me deu ideia da pobreza no país. Existem 90 milhões de habitantes no Vietnã e a maioria delas vive no interior dependendo da agricultura. Aqui não existem cidades, apenas vilarejos. As casas são de barro com palha e sempre com um espaço pra plantar arroz. Muitos não sabem ler nem escrever.

Aula de alfabetização para adultos


A ADRA provê o material necessário para quem quer aprender a ler e escrever

Minha segunda e última oportunidade de visitar o interior foi pra Halong Bay, em outras palavras, o paraíso.

A 4 horas de Hanoi pode-se encontrar, de fato, uma das maravilhas do mundo. Muito contraditório. E admito que em questão de paisagem, este lugar é top list. Só o olho capta o que a câmera não consegue. Pra entender este lugar não adianta ler, tem que ver.

Halong Bay; uma das maravilhas dos mundo

Amigas tentando pescar

Rolou de tudo no Vietnã; surpresas, irritações, sorte, frio, respeito, amizade, karaoke, azar, orgulho, trip, futebol e muito mais. Nunca dá pra falar tudo.